Review:O que mudou em Reign, segunda temporada



Já falei da primeira temporada de Reign aqui e do meu amor por essa série. Terminei a segunda (e última disponível na Netflix =/ ) e voltei para contar o que achei pra vocês. Vem cá:



Mitologia

Vamos retomar ao fim da primeira temporada. A queda de Henry, o filho de Lola e o assassinato de 'Darkness'. Quando Bash matou o que muitos criam ser um demônio, ele foi avisado que outro teria que entrar no seu lugar, Pascal, o protegido de Kenna. Caso isso não acontecesse consequências abateriam a França. E só uma consequência de fato aconteceu, que foi a praga. Nesse clima de medo e mortes, começa a segunda temporada. Após o fim da praga, que se foi do nada, não vimos mais sobre os rituais pagãos nem sobre 'Darkness'. Isso ficou um tanto quanto sem nexo, a mitologia ficou mais de lado essa temporada, até mesmo porque perdemos Nostradamus. Acredito que isso foi bom pra série, os dramas políticos se intensificaram, mas ficou essa peça solta. O que houve de fato foi o surgimento de uma nova 'bruxa', Delphine. Novamente envolvido com Bash, que é único personagem que se relaciona mais diretamente com esse mundo mistico, Delphine já chegou destruindo, provando que vai ser a bitch da série também.

Mary e umas cagadas

Após o fim da praga, os conflitos e incertezas de protestantes VS católicos se agravam. O ápice disso e o ponto que definiu a série quase inteira foi o estupro da Queen Mary. Após o ocorrido, a rainha se afastou e se tornou sensível e esquiva. (Com ressalvas para Catherine que deu um suporte maluco para a rainha!) Se separou de Francis e fez a grande cagada: se apaixonar por Condé (esse amor não convenceu ninguém!). Mais do que isso, ela insitiu nesse romance que além de imprudente era irritante. Passei essa temporada quase inteira detestando a Mary por tomar tantas decisões horríveis, não tem nada a ver com a rainha que se ergueu na primeira temporada. Acho que a cena mais convicente dessa confusão, foi quando Bash a consolou e disse que isso tinha a ver com a posição de rainha de Mary. Tirando isso, nada me tocou nesse romance Mary e Condé.

Greer e as damas:

Lady Kenna não é a minha queridinha, mas o romance dela com Bash estava interessante e ela me pareceu até melhor. Isso não durou muito, e os dois brigaram e se separaram. Ela quis o Antonie, decisão horrível, e depois o general, que eu achei até legalzinho na verdade. A ideia do Bash de ficar com a Delphine foi bem pior, convenhamos. Bem, enquanto isso Lady Lola roubou o coração de Narcisse, que agora acho fofo demais. Além disso, Lola se mostrou uma amiga fiel e querida de Francis e Mary. Mas a dama que mais surpreendeu foi Greer. Ela perdeu o titulo e teve que deixar a corte. Achei que isso acrescentou muito a série! Uma das coisas mais legais é entender como o povo vivia naquela época (claro que Reign não é a série mais fiel do mundo) e a Greer nos levou a outro ambiente, longe da proteção e das mentiras da corte. Ela se ergueu e depois de ter perdido tudo, conquistou muito mais do que tinha. Liberdade e autonomia, pode controlar seu próprio dinheiro e isso lhe custou Leith (heartbroken!), mas eu entendi a escolha que ela fez. Gosto muito da força que as mulheres tem em Reign!

Dois personagens crescentes:
Se a Mary tivesse se apaixonado por ele, eu até entenderia...

Henry se foi, mas novos personagens se ergueram. Narcisse, que foi de ricaço poderoso pra fantoche do rei para homem de coração bom, e Condé que foi de amante da rainha a golpista. No final, acabei tendo grande admiração por Narcisse, apesar de suas péssimas decisões. Ele é um homem muito esperto e inteligente e junta-lo com Lola foi genial! Nos finalmentes, acabou conseguindo se livrar da Catherine e se libertou do posto de amante. Condé causou tanto auê nessa temporada que nem sei. Adorei ele no começo e no fim da season já estava pedindo pela sua cabeça. Não me convenci do amor dele por Mary e acho que Francis a ama muito mais. Ele queria matar um homem que lhe deu sua mulher de amante? Não faz sentido pra mim! Se ele fosse metade do que o Francis é, teria aprisionado ele e não ter planejado sua morte. Foi uma traição feia sim e nada me faz gostar do Condé.

Fechamento:
#FORACONDÉ

Ao fim de tudo isso, temos uma ameaça a porta do castelo e Francis esteve muito MUITO perto de perder seu trono para o Condé (alguém tira esse personagem da história, não aguento mais!). Os roteiristas deram uma grande reviravolta para Mary, mas achei que foi o mínimo que ela podia ter feito depois de tudo que causou. Colocou suas nações, seu rei e seu povo em perigo. O bom foi que aquela Mary  estrategista e esperta da primeira temporada voltou no finalzinho e consertou a situação. Narcisse conseguiu colocar Catherine em uma situação ruim, elevou sua moral e ainda tirou a rainha mãe da corte. O que nos últimos minutos do episódio, vimos que não quer dizer que nos livramos dela, pelo contrário. Essa terceira temporada trará lágrimas e despedidas... Nostradamus também deve voltar  e a Queen Elizabeth vai dar as caras :D

*Acho que mais do que uma implicância minha, a relação de Mary e Condé foi longe demais!
*Queremos um casamento Narcisse e Lola, já!
*Mary perdeu seu bebê =/
*Claude é chatinha né? Mas não foi tão relevante nessa season..
*Foi só eu ou o Bash ficou bem chatinho nessa temporada?
*Caramba Francis, caramba! Ele defendeu Mary a TEMPORADA INTEIRA e isso só fez crescer o desgosto meu pela rainha. Pedir pra ser protegida com o amante? Meu Deus, isso foi além dos limites, por favor...
*Impressionante como ao longo dessa temporada o Francis mudou a minha visão. Ele não parecia ser capaz de assumir as responsabilidades do rei, mas o cara lacrou e se mostrou responsável demais. Só amor!
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